quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

A dor de uma perda


Poesia que fiz, dedicada a meu querido primo e amigo especial Fernando da Silva Barbosa, que infelismente no dia 20 de novembro de 2008 quatro dias apos completar 20 anos faleceu vitima de um acidente de transito!


A eterna dor da tua ausencia

esta corroendo meu peito por inteiro!

não sei mais o que fazer.

meus dias tem sido tão escuros e sombrios

meu quarto escuro ja nao me tras a paz

acordo todas as noites meio a este pesadelo sem fim..

as lagrimas não esitam em cair

lembro-me de voce a todo instante!

o refrao daquela velha musica me lembra voce;

"É tao estranho, os bons morrem jovens e assim

parece ser, quando me lembro de voce que se

foi cedo demais......".

hoje perdemos um primo especial um grande amigo fiel, um irmao

querido,um filho companheiro, um neto tão amado, o sobrinho feliz...

mas o céu ganhou um novo anjo e a noite uma linda estrela a mais

que brilha no céu sem fim...

minha tristesa é tão real!!!

lembro-me da nossa infancia juntos; nossas brincadeiras e travessuras!

nossa juventude; longas conversas altas horas pela internet!

voce me deu coragem a nao ter medo de errar, a nao desistir de mexer e concertar computadores, coisas simples que vc fazia ate de olhos fechados!

se arrisquei a chegar tao longe foi porque vc me deu coragem!

sinto a sua falta!!

tentarei nao desistir de viver pois sei que vc jamais desistiria da vida.

voce tao jovem e ao mesmo tempo tao lutador, estava batalhando em busca dos seus sonhos

que foram-lhe tirados tao repentinamente!

isto é o que me causa mais revolta....

o que me consola neste momento é apenas a esperança que tenho de um dia

nos reencontrarmos novamente!

para juntos podermos noar infinitamente, neste ceu infinito e misterioso

sem mais tristesa e dor!!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Saudades de minha infância


Saudades de minha infância


saudade eterna

que não volta jamais

saudade de você

figura fundamental em minha vida

saudade das tardes eternas

em que passamos juntos

olho pela janela do meu quarto

lembro-me das tardes de sol

em que andavamos juntos

lembro do banco da praça

que hoje me sento sozinha...

lembro-me de você sentado ao meu lado

olho as velhas fotos

recordo os momentos felizes

de quando estavamos juntos

recordações eternas

guardadas em meu peito

que jamais serão apagadas!

apesar do tempo que não volta

o velho balanço que andei não esta

mais no mesmo lugar

a bicicleta que me ensinaste a andar

ja não existe mais!

sobrou apenas uma criança

da qual eu olho e vejo seu sorriso

brotar no rosto dela!

esta criança guarda eternamente a tua esencia

a tua alma!

criança que hoje esta longe!

que chorei quando partiu..

razão da qual vivo!

mas sei que ela breve voltará!!!

para ocupar este vazio

que guardo em meu peito...

que eternamente esperarei

para recordarmos juntos

nossos velhos tempos eternos...

Onde estarás


Onde estará

este sorriso que se esconde

nesta eterna lagrima de solidão

da janela vejo o céu

e encada estrela que vejo

penso em você

será que é amor?

apenas sei que cresce

dentro de mim

cada dia um pouco mais

onde estarás ?

seu adeus é fatal!

apenas o que restou

foi esta eterna lagrima

poucausa do seu adeus!!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

eterno amor...


Te amo distante!

te amo a todo instante...

e a todo momento surge um desejo

desejo te reecontrar novamente!

para do teu lado permanecer

eternamente...........

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Breve sentimento!!



Breve sentimento

Que sentimento é esse?

que envade derrepente

Assim tão latente!

Chega assustar a gente

Tomando por completo

todo nosso ser!

É algo tão inanimado

Será que somos culpados?

Ou seriamos vitimas do acaso?

Como entendermos?

Algo tão forte e invisivel

aos olhos do ser!

Mas visivel aos olhos da alma!

Não podemos tocar!

Mas simplesmente nos toca profundamente!!

É tão suave e inebriante!

Que faz-nos sentirmos Tão distante

de tudo que nos certa a volta!!!


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A respeito da morte
Morrer, dormir, não mais: termina a vida
Um punhado de terra, algumas flores
E às vezes uma lágrima fingida.
Sim, minha morte não será sentida,
Não deixo amigos e nem tive amores!
Ou se os tive, mostraram-se traidores,
Algozes vis de uma alma consumida.
Tudo é pobre no mundo; que me importa
Que ele amanhã se dilua que desabe
Se a natureza para mim está morta!
É tempo já que o meu exílio acabe;
Vem, pois, ó morte, ao nada me transporta!
Morrer, dormir, talvez sonhar, quem sabe?

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Corpo vampirico


Corpo vampirico



Corpo gelado
rocho e sem vida
mas em perfeitas condições
tal extranho seu estado
não aparece nem a decomposição da carne
carne dura!
não sente nem sua candura
tamanha desgraça?
-não apenas uma raça!
antiga e casta.
mas que hoje apenas vaga
por entre estas ruas imundas
e escuras!
a procura de sangue
apenas sangue!
na imensidão da noite
tuneis longos e estreitos
escondida,acuada,excitada!
sensação de pecado
desejo proibido,irado
sempre surge uma presa
mas nunca saira ilesa...
ja farta! e saciada!
pelo sangue vermelho!!
tão salgado e quente
com os labios sujos de sangue
some tão distante no horizonte!
para que o sol do amanhecer
não a queime!
transformando-a em cinzas
dispersas ao vento!!!